terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Tanque de tolices.

Tenho notado o quanto meu cérebro está preguiçoso. Não é só de cansaço que estou falando mas de como minha frequência de posts tem diminuído gradualmente.  Não prometo que vou postar mais porque não tenho certeza; mas posso tentar. Bom, mudando de assunto, meus dias tem sido bem turbulentos, cheios de descobertas estranhas e muitas decisões que não vem pela frente, tenho que tomá-las agora. Vou iniciar 2011 com muito mais dúvidas do que 2010 e isso pode até ser uma boa coisa para algum ser que ainda entra nessa coisa chamada "meias na gaveta". Passarei o ano novo em uma mini-cidade (senão um vilarejo) chamada Nova Aurora, situada no Paraná. Dia 1 provavelmente não vai ser muito fácil de andar aqui por conta das milhares de garrafas quebradas nas ruas. Enfim, como eu sei que ninguém quer saber da minha vida além do que eu expresso em meus textos, vou finalizar minhas histórias da Carochinha por aqui mesmo, sem pé nem cabeça. E passem bem, obrigada.

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Pseudo-presença.

Não escuto, se presto atenção logo disperso. Não tenho pulado de alegria ou chorado de tanto rir. Clichês fazem parte de mim agora. Tento entender mas não processo as informações direito. Fico nervosa facilmente. Estou extremamente irritante.
A verdade é que eu tento melhorar, sempre. Tanto a situação quanto meu gênio do cão. Perdoe-me por minhas falhas brutas e tente relevar aquilo que tenho de bom, mesmo que não esteja visível no momento.

sem título em mente.

As coisas parecem melhorar e, por enquanto, nada tem dificultado a realização de minhas vontades. Antes tarde do que nunca, diria um bom e velho ser humano clichê. Certos desejos saíram de minha cabeça, de certo modo; sai de cena o impulso mas continua o querer. De qualquer forma, presumo ter tempo para certas atitudes reprovadas socialmente.

domingo, 21 de novembro de 2010

Ultimamente,

 textos gigantes com palavras difíceis que antes me instigavam têm passado despercebidas diante de mim. Aliás, percebo-as, só tenho uma enorme preguiça de ler e entender. Ou seja, conversas têm sido mais úteis e atraentes. Mas, nestas vejo pouca graça e baixo nível de entretenimento com relação a alguns, já que estes não são aqueles com que eu realmente quero conversar OU outras coisas mais que sempre levam pro lado negativo, enfim.


Espero que não entendam como apatia ou ignorância.

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Paz é a gente que faz ?

Filhos que são mortos pelos próprios pais. Guerras de anos que acabam somente destruindo sem solução alguma. De outro lado, passeatas, protestos, porém, prisões e silenciamentos. O ser humano já desconhece o sentido da palavra paz. Talvez não saiba mais como solucionar problemas, extinguiu-se o intuito de fazer o certo e manter os princípios. O que resta em nós, em todos é apenas a reclamação dos fatos, a "abominação" sem ação. Adquirimos o não agir, talvez por falta de incentivo ou por falta de visão.
Mal sabem alguns que teria sim solução se todos ou boa parte se mobilizassem e lutassem pelos direitos corretamente exercidos e se cada um tomasse consciência do valor do respeito e senso de limite.


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Aula de filosofia, 9:13 am.

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Um poder.

Só ela percebia, só ela sentia. Nem que quisessem os outros veriam. Somente soube que o tinha quando caiu em pensamentos, examinou sua vida, lista de amigos e se viu sem nenhum. Todos estes ex-amigos agora farreavam com sua roda de pseudo-amigos que ela os ajudou a encontrar, sem sequer notar. Foi aí então que percebeu, seu humilde dom: sugar tristeza e solidão. Isso a consumia por dentro, apodrecia cada órgão; tornava-a cada dia mais inútil e desolada, mal vista e desaprovada socialmente. Não entendia por que deveria ser ela o depósito de cada rancor pessoal, não tão pessoal assim. Questionava quando encontraria um ponto de luz, aquele que teria tanta felicidade guardada que a curaria ou, pelo menos, anulasse sua existência.

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Gosto de historinhas :3
Era pra ser algo pro dia das crianças, mas já passou da meia noite e ficou um tanto quanto dramático rs
E também não ficou bom; só me veio a ideia, resolvi escrever e acabei modificando ela toda ao longo do meu bater de teclas. Talvez esse o motivo da insatisfação no resultado, hm.
Enfim, ninguém lê isso mesmo, beijostchau:*

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Metas.

Preciso anotá-las pois se eu as dissesse todos, sem excessão, ririam de mim e tirariam minha força de vontade para conseguir; Já tenho cabeça fraca, não preciso de ajuda pra desmoronar. Persuasível e burra, penso demais nas consequências e não vejo o que está exatamente na minha frente. 


Tentarei evitar um destino desagradável.

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

One love, one heart.


Problemas,

constrangimentos, dificuldades, limitações, dor, tragédias, decepções,o impossível. Não há como viver parado, não se pode permitir a perda sem contra-atacar. Portanto, supere-os e aprenda. 


Cresça.

Sinto-me

alguém importante, influente; um acontecimento marcante, de fato. Só me resta saber se isto é verídico.

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Sempre alguém

vai te julgar errado. Não se sabe se o que ocorre é má interpretação, falta de observação. Ou mesmo tal pessoa nem conhece as coisas que nem você mesmo reconheceria em si. Realmente, a opinião alheia não é de extrema importância se sua mente for centrada e ninguém for capaz de mudar algum pensamento seu.
Talvez somente se note a expressão, a demonstração de felicidade absurdamente catalogada que temos que expor, custe o que custar. Por que falo justo da felicidade ? porque quando não há reação alguma você simplesmente não está satisfeito, como se fosse alguma obrigação mostrar para todo mundo qualquer que seja a conquista. Pode ser que não haja reação, que não seja definida; pode ser que nem ao menos tenhamos notado.
Concluindo e voltando ao ponto inicial, sempre alguém vai te julgar errado. Porém, seria errado julgar aquele que te julga ?

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Conviver.

com nossa família;
nossos amigos;
nosso cachorro/gato;
nossa idiotice;
a idiotice dos outros;
nossos pensamentos;
nossas mentiras;
nossas verdades incertas;
nossas dúvidas;
dívidas;
vícios.
Nossa classe social;
nossa desigualdade;
nossa falta de consideração;
de reconhecimento;
e de respeito;
nossa tristeza;
nossa vontade de morrer;
nossa curiosidade;
medo;
desconforto;
nossa experimentação;
falta de ação;
descriminação.
Com os sete pecados;
as doenças;
os amores.
Conviver com a própria convivência, sentir, fazer valer a pena. (In)Felizmente, isso é necessário.

Nós somos

espelho da sociedade acéfala; indomáveis domados pelo medo e insegurança do que é visto e não do que realmente é. Vivemos pressionados, retraídos, indignados por não sermos capazes de quebrar o vínculo estranho que temos com o que os outros vão pensar. Todos diferentemente iguais, não pensam por si. Controlados por uma força que destrata e provavelmente ri da nossa estupidez e desgraça. Queremos sair, mas não há uma fresta sequer para que possamos fugir. Podemos fazer o que nos importará na vida porém nunca vamos deixar de ser tão incapazes.

domingo, 12 de setembro de 2010

Exagerando.

Não cogitaria ir embora e deixá-lo. Pudera antes um forte motivo levá-la a querer fugir, a desejar não existir, mas agora que o encontrou pôde entender que talvez aquilo tudo fizesse sentido; que era ali onde devia estar, bem ao lado dele.  Sabia naquele momento que faria tudo ao seu alcance para que ele ficasse bem. Se fosse necessário deixá-lo ir, ela deixaria. Esperava então o momento certo para dizer isso a ele, sem que parecesse  exagerado; apesar de ser difícil algo não aparentar o que é. Tinha medo de assustá-lo e perdê-lo, de sofrer como nunca sofrera antes. Aguarda a hora certa, acreditando que suas ideias fantasiosas irão tornar-se a mais concreta realidade.

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Como foi dito no título, extremamente exagerado. E o mais inacreditável é que escrevi ouvindo "The reason - Hoobastank". Aí vem você e me pergunta: "o que esse texto tem a ver ?". E aí eu te respondo: "eu que sei ?". Mas apesar de parecer muito Isabella Swan, expressa certa parte do que sentimos em relação a alguém que amamos e sabemos que sentimos um medo indescritível de perder alguém assim. Talvez eu tenha viajado far, far away escrevendo. Ou para alguém isso faz algum sentido.

Obs: vou tentar parar de usar palavras em inglês no meio de frases em português, eu sei que é muito brega. E parece que estou pagando de poser, é.

sábado, 28 de agosto de 2010

Sentia a liberdade

entre os deveres, algo como o prazer em fazer suas obrigações. Mas só por hoje e sabia bem disso. Digita sem pensar, os ruídos das caixas de som misturados à música não permitiam nem que ouvisse a si própria. Pelo menos passaria um tempo, relativamente pequeno, sem prestar atenção em coisas que não devia se preocupar. Ainda.

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Até que ponto

serei impulsiva ? até sentir-me suficientemente completa ou até me tocar que não posso fazer as coisas que quero porque não tenho o completo poder sobre minha liberdade ? Porque nunca é tempo bom para mim ? Porque nunca gira tudo a meu favor ? Porque as coisas não são mais fáceis ? Qual a razão de sofrermos por motivos fúteis e supérfluos ? Como eu não sei qual o "porque" correto se estudei tanto sobre isso ? Queria repousar sem ser criticada ou sumir sem ser lembrada.

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Desordem de ideias vagas e inúteis.

Todos mudavam. Perguntava-se quando veria suas próprias mudanças, quando sentiria coisas como os outros diziam sentir. Podem todos dizer o quanto estava diferente, mas se mantivera a mesma, e não era somente na essência.
Não sabe se o que quer é ser igual, ou ser o mais diferente possível; aliás nunca definiu isso nem coisa alguma. Raros eram os momentos em que escolhia algo por si, algo que somente ela receberia os benefícios. E não era esta que a pouco tempo atrás falou algo sobre o sentido do egoísmo? 
E, apesar de certos motivos que não são motivo algum, pensava se mudança era realmente o que queria agora que tudo estava acontecendo ao mesmo tempo. Realmente, confusa.


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Me pergunto se alguém entende o que escrevo, já que ninguém opina sobre. É, pareço estar pedindo comentários. Acho que estou mesmo rs
Outra coisa, não estou abandonando o blog até porque não teria mais onde escrever. Só tive um mês cheio, eram  poucos os acontecimentos que consegui transformar em algo possivelmente relatável. Chama-se vulgarmente de relapso de preguiça ou falta de criatividade, escolha.

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Sono.

Algo importante, sempre lembrado porém quase nunca feito. Estava fugindo dele a todo instante, mesmo que quase a dominasse. Um segundo de cochilo tinha se tornado abitual, um dia sem dormir era muito frequente. Odiava não fazê-lo, mas queria se manter acordada. Tamanha idiotice, não sabe o que a impedia; Só deitava-se quando realmente achava que precisava, raros momentos estes. Porém espera-se muita vagabundagem daqui para frente pois o cansaço finalmente venceu e descansar é o novo objetivo.

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Quase morrendo, férias cansativas e não produtivas. Volta às aulas será o auge da preguiça com certeza rs

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Opções.

Você é o que você quiser ser, não importam as críticas ou opiniões. Tudo que fazemos nos dá inúmeras alternativas, só o que precisamos fazer é escolher uma delas e seguir em frente, defendê-la até o fim ou desistir; Estas também opções. Mesmo que, às vezes, sentir a decepção ou o desgosto seja ruim, possa doer, não prive-se desse direito; talvez obrigação. Defina-se, mostre seu verdadeiro ser, dê a cara a tapa, use termos prontos para tentar justificar o que diz. Se vire, só você pode viver a sua vida.

terça-feira, 13 de julho de 2010

Algo que todos devem ter percebido.


Poderia ter sido uma foto minha se eu tivesse criatividade o suficiente para pensar nisso antes. É, não tenho o que postar.

domingo, 11 de julho de 2010

Saber a verdade,

distorcê-la e usá-la contra si mesmo é a pior forma de suicídio existente; tirar de si próprio a base de todo seu raciocínio, de toda a verdade em que se acredita é o mesmo que sugar lhe a vida restante e torná-lo mais um acéfalo da humanidade estúpida em que vive. Não se pode apontar um culpado, já que ou todos somos ou ninguém é. Vive nesse meio quem cede, quem aceita não só ser igual como ser ridículamente rotulado. Pois saiba que rótulo é limite e limita-se o tolo; aquele que acha que de si sabe tudo quando nem ao menos sabe tomar suas próprias decisões.


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Espero que dê pra entender o que quis dizer. Um pouco confuso, nem ao menos eu entendi o que quis dizer ao certo. Mas enfim, tomara que alguém aproveite algo disso.

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Sentia o delírio subir a cabeça,

juntamente com a vermelhidão talvez engraçada que tomava seu corpo. Estava lá, sozinha esperando o tempo passar. Aguardava algo, sem saber o que era; Queria realmente saber o que era. A incessante dor de cabeça estava firme e forte, agora mais acentuada graças a pequena quantidade de bebida alcoólica ingerida. O coração acelerava, como das outras vezes, e quem dera fosse por algo realmente extraordinário. Pode-se considerar problemas cardíacos algo extraordinário ? acho que não. Porém, não há certeza sobre tais problemas, somente achava que era o mais provável. Temia, não só naquele exato momento mas antes também, de seu gosto por bebidas ter se transformado em vício pois queria cada vez mais, apesar de não obedecer suas vontades. Esperava que em breve pudesse sentir a brisa no rosto novamente, sem se lembrar dos problemas, que agora pareciam ser poucos. Aliás, não só esperava sentir como queria que a brisa levasse tudo, o bom e o ruim, indefinidos até então. Desejava sumir e aparecer em algum outro lugar, onde não teria compromissos, laços, inibições. Suficientemente vazia, oca.

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Meias na Gaveta.

Você se pergunta: "Afinal, o que é essa porra ?". Bom amiguinho, é meu meio de me expressar, colocar pra fora tudo aquilo que se passa pela minha cabeça. Então, eu não fui estuprada nem me matei. Também procuro entender muitos acontecimentos, sim, coisas reais, através de histórias desenvolvidas a partir de informações que tenho. É, eu sou curiosa. As tags existem para facilitar seu entendimento, mostram o conteúdo da coisa toda. Ler a apresentação do blog também seria legal.


Obrigada (:

Egoísmo.

Fazemos aquilo que nos faz bem, nos agrada. Gostamos de estar entre pessoas que temos afinidades ou algo que nos prenda a elas. Preferimos falar sobre assuntos que sabemos muito a respeito. Temos nossos sons preferidos e odiamos quando alguém fala mal deles. Protegemos a quem gostamos porque são uma parte, se não de nós, da nossa vida. Vivemos para nós mesmos, não fazemos nada sem esperar um retorno que nos beneficie. E se isso nos faz bem, e o bem é algo bom, porque ser egoísta é um defeito afinal ? Porque você se preocupa somente com você mesmo e não liga para os outros ? E o qual o real motivo de ter que se preocupar com os outros ? É uma obrigação ? Esta fazendo mal preocupando-se somente consigo se, no final, será somente o que irá restar com a possibilidade de não restar absolutamente nada ? Está delirando ? Eu também.


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Dedicarei esse ao Caio por ter me ajudado a ter um relapso de idéia que me fez fechar tudo para escrever rs

domingo, 4 de julho de 2010

Vontade súbita

de descobrir como é uma experiência de quase morte. Sem fortes sequelas, porém não ilesa.

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Senti-me satisfeita.

Terminei um dia sem frustrações, sem fortes irritações. Sem grandes emoções, mas isso não era muito importante. Aprendi que um furgão pode ser muito mais divertido do que parece, um treino empolgado levanta um pouco o astral. Relembrei que sair com os amigos pra uma pizzaria, ter uma conversa boa e descontraída ajuda a esquecer problemas cotidianos idiotas e que voltar tarde, sentar depois de um banho caprichado pode te derrubar sériamente; a não ser que tenha uma vontade absurda de relatar tais acontecimentos. Às vezes é bom recordar bons sentimentos, boas sensações; principalmente se você estivesse criando idéias ou expectativas sobre coisas supostamente impossíveis ou inadimissíveis. Não que eu acredite nisso.
Resumindo, tirei um pé do buraco. Agora só falta todo o resto.

quarta-feira, 30 de junho de 2010

Psicologia.

Pretendia seguir, porém tenho minhas dúvidas. Tenho um motivo a favor mas trinta contra. E também acho que sou mais louca do que os possíveis pacientes. Talvez deva me internar, porque aí seriam sedativos de graça, não precisaria trabalhar e poderia ficar no jardim a vida toda, olhando a grama crescer. Tabom, foi um pequeno delírio meu. Acho que acabarei na Química mesmo. E eu também não gostei desse post, só precisava escrever sobre para ver se me decidia, mas não adiantou muito.

quarta-feira, 23 de junho de 2010

O que fazer

quando um vazio ocupa todo o espaço na sua vida ? 


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Triste, me sentindo uma imbecil. Nada entra na cabeça e o que sai pela boca não faz mais sentido. Penso em largar todas as coisas, mesmo sabendo que só quero fazer isso por pura preguiça de viver. Seria isso morrer ?

quarta-feira, 16 de junho de 2010

"They think they know my thoughts,

But they don't know the least,
If they listened to the words they'd find the message that's beneath"
                                            
Cage the Elephant - In one Ear

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Acho que essa parte da música responde as perguntas sobre músicas que curto; A música também. E sobre o que penso de música. Acho.

terça-feira, 15 de junho de 2010

Idéias talvez imbecis.

Inteligência não é tudo, não te traz experiência. Experiência também não te traz inteligência. Ambas precisam uma da outra para que as coisas caminhem, para que tudo siga um rumo no qual você não se perca. Tudo necessita de equilíbrio, não se pode ter algo e não ter aquilo que a contradiga. Sempre algo que você faz tem alguma consequência, não importa qual seja. Apenas tente entender, sem muitos questionamentos, porque assim seguiria exatamente a linha de pensamento que o confundiria, ou talvez, confundirá. Não se torne igualmente louco a esta que vos escreve.

segunda-feira, 14 de junho de 2010

- Pronto,

acabou tudo - pensou.
Descia a rua indo para o colégio, sozinha desta vez, lembrando daqueles garotos idiotas que a abusaram no banheiro masculino, onde foi parar arrastada. Estava cansada disso, não podia mais levar desaforo para casa como fazia desde que se lembra consciente. Mil coisas passavam pela sua cabeça agora, não conseguia focar nada. Lágrimas não mais rolavam, estavam secas graças ao calor do seu corpo cheio de raiva. Em seu rosto, trazia uma expressão quase que psicótica, quase sorria. Sendo a última a passar pelo portão, as grades são fechadas pelos funcionários, que de trêmulos de frio passaram a seres vermelhos inanimados. Cada um que se aproximava dela naquele instante, se esvaía em um segundo, para nunca mais voltar. E quando se percebeu novamente, viu-se apertando o gatilho inúmeras vezes, em diferentes direções. Se conscientizou, voltou-o a própria cabeça, atirou. 
Escuro.

domingo, 13 de junho de 2010

A cama

sempre desarrumada, tinha sua meia dúzia de sapatos jogadas debaixo dela. Ao lado seu fiel companheiro, o que permitia falar com pessoas sem ser ao telefone. Às vezes, pratos de comida passeavam por ali, assim como copos e descartáveis. A mochila, suja e surrada, jogada no chão. Roupas amontoadas no guarda-roupa, pareciam ter sido regurgitadas por uma vaca. Posteres de revistas baratas (de coisas que nem gostava) mais que espalhados pela parede. Mas tudo parecia estar certo, assim desse jeito. Se não fede, tudo bem. Olha em volta e se sente bem, dentro do seu quarto.


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Aaah hoje o dia foi bom :3
teve a apresentação de Yosakoi Soran, e acho que fui bem (: fomos super aplaudidos *-* /nemtomeachandota.
Sobre o texto... aah, achei que meu ambiente favorito da casa merecia um texto né. ou não.

segunda-feira, 7 de junho de 2010

"Don't wanna kiss,

 don't wanna touch.
Just smoke my cigarette run.
Don't call my name."
    
                       Alejandro - Lady Gaga




Atual vício.

terça-feira, 1 de junho de 2010

aquele cheiro

preenchia seus pulmões. Lembrava. Sorria.

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Percebi que já estamos quase nas férias hoje. Sim, estava desligada rs
Até lá, espero conseguir aprender a coreografia pro tanabata :S

domingo, 30 de maio de 2010

Diferente.

Dessa vez não vai ter um texto super hiper emocionante aqui -q
Bom, decidi que hoje vou postar o que se passa, sem muito rodeios (ou não), pela minha cabeça louca. Extremamente louca, como quiser.
Ultimamente percebi que minhas semanas estão bem cheias, bem do jeito que eu queria pra poder ter novas idéias, perspectivas para postar ou só pra conversar. Mas não é o que tem acontecido; tem tanta coisa acontecendo ao mesmo tempo, que meu cérebro não processa tudo e fico na mesma, como antigamente. Penso que talvez precise de um tempo para refrescar a cabeça, desligar (mais) do que se passa ao meu redor e só relaxar. Será que é o que devo fazer ? só curtir, deixar acontecer ? ou preciso focar mais nos estudos mesmo, pegar firme e parar de tirar notas abaixo de 8 ? ou realmente, só deixar acontecer ? 


Ignorem isso totalmente ou divirtam-se com minhas idiotices de sempre rs

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Quase morriam de ansiedade,

e quanto mais perto, mais eufóricas estavam; trombavam, empurravam, e riam descontroladamente. E quando passavam o cartão que não era de crédito naquela máquina, começavam a pular, girar, cair feito loucas, fazendo as pessoas pararem para olhar, mesmo não sendo tão boas assim.
Saiam suadas, cansadas, uma arrastando a louca que ficou três rodadas seguidas e não conseguia subir a rua, ao mesmo tempo que a senhora arrastada brincava que sempre estava de intrusa nos relacionamentos dos outros. Apressadas, corriam para o ponto de ônibus que não demorou muito a passar e a chegar ao destino de uma delas, separando-as e fazendo toda aquela realidade voltar, mas não estragando a alegria imbecil que estavam naquele dia.


Pump  *-*

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Agora

ela estava convicta. Entre um ou outro decidiu-se por nenhum, mesmo que isso lhe custe mais algum tempo de carência absoluta. Talvez possa, por mais um tempo, descontar sobre seus amigos certa parcela de seus sentimentos e desejos.


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Tenho notado que estou cada vez mais surda, culpa dos fones de ouvido. Porém, quando não estou usando-os, tenho fortes dores de cabeça e estresse. Imagino que seja consequência da minha indignação com coisas do mundo atual, da violência que se vê em cada esquina. Esse tipo de coisas ecoam pela minha mente por muito tempo, fazendo-me questionar qual é o motivo de existirmos se tudo que sabemos fazer é destruir e degradar a tudo e todos, mesmo que alguns poucos tentem melhorar. Ou eu só esteja escrevendo e pensando (não nessa ordem) besteira demais. Juro que estava sóbria ao escrever rs.

sexta-feira, 7 de maio de 2010

Talvez aquela moça sorridente

que carrega uma criança nos braços esteja querendo tirar umas férias da própria vida. O cara da esquina seguinte, carregando uma pasta e falando ao celular, pode ser alguém insignificante e o desajeitado cruzando seu caminho pode ser seu futuro chefe. A vendedora de perfumes talvez tenha inteligência superior àquele ex-universitário, agora desfilando com seu diploma. Os góticos podem ser mais simpáticos e divertidos que os mais populares (por qualquer coisa que seja) da escola. Onde quero chegar é: não se deve julgar alguém pela aparência ou pelo que tal pessoa disse a você que é ou deixa de ser. Conheça, experimente, sinta e aí sim, tire suas próprias conclusões e idéias.


Essa sexta foi tensa. Correria, comilança, dores. Fora a animação que eu estava para fazer a Olimpíada de astronomia e chego lá tenho que estudar um conteúdo que acho que só vou absorver tudo até o final do ano, mesmo não parecendo difícil. Mas fazer o que, me inscrevi, agora tenho que fazer.

domingo, 2 de maio de 2010

Contava os cruéis segundos

 para que o momento chegasse. Suas mãos estavam inquietas, tentava segurá-las e secá-las ao mesmo tempo, pois suavam feito loucas. o corpo todo formigava, sentia que ia cair a qualquer momento. Só esperava que não fosse no chão, e sim nos braços de um tal alguém. As borboletas estavam incomodando-a insanamente, a ponto de deixa-lá confusa, sem saber o que responder a ele. A boca seca, passava a língua pelos lábios a cada 3 segundos e de nada adiantava. Ansiosa, olhava para ele de relance, para que não lhe passasse pela cabeça agarrá-lo, mais uma vez. Passando por um pequeno corredor, indo em direção ao escuro, seu coração quase explodia. E, de repente, todas as sensações estranhas desapareceram para algum canto, talvez esquecidas por um tempo, restando somente o doce sabor de um beijo.


Sim, meu sábado foi ótimo, obrigada rs

segunda-feira, 26 de abril de 2010

Realidades paralelas.

A sua volta, muitas pessoas. Todas elas dançando ao som de músicas estranhamente parecidas, para ela todas iguais. Realmente, aquilo não tinha graça alguma. Todas as mulheres se debruçavam vulgarmente sobre uma bancada, que fornecia as bebidas, para talvez conseguirem pagar a metade do preço ou até mesmo conseguir um drinque gratuitamente. Os homens, também perto da bancada, tentavam levar as mulheres para algum canto ou mesmo para a pista. Se sentia estranha naquele lugar, tinha repulsa, nojo do que fazia lá. Afinal, não pertencia ao ambiente, nem ao grupo de pessoas que ali estavam. Mas não importava, tudo que queria naquele momento era se enturmar. "Chega de ser a estranha deslocada" pensava. Saía sempre acompanhada das festas, algumas vezes cedendo ao que os homens pediam. Voltava para casa por volta das 4 da manhã, quando não voltava mais tarde. Vomitava na banheira, quando chegava até ela, e caía no chão, completamente adormecida.
E enquanto isso, na casa da rua de baixo, Caroline lia um romance, vorazmente.


Entendam ou não, tentei dar algum sentido, porque não era essa a idéia do texto, originalmente. Mas vou tentar escrever o que estou querendo (desde o início deste blog rs). E também não gostei do título, mas não estou criativa esses últimos dias :/

domingo, 18 de abril de 2010

totalmente

sem criatividade pra posts. E certa preguiça também.

sexta-feira, 9 de abril de 2010

"Faz de conta
que eu impressiono,
Que toda palavra,
conceitualmente, chama a atenção
Quero me sentir despreocupado,
quero viver,
à toa
Quero me sentir leve,
e isso deve ser o suficiente."



                          Weightless - All Time Low

Sabem o que percebi ?

Tenho que parar de confiar tanto nas pessoas. Parar de achar que todos são bons, e se não forem, que vão mudar se a gente acreditar e confiar. Não, eu não sou assim o tempo todo. Na grande maioria das vezes, sou chata, arrogante e ironizo quase tudo o que você fala. Mas em parte, também acredito que as coisas possam melhorar e sou bem legal com todos, até eu me irritar de novo. Só acho que esse é meu jeito de ser e que as pessoas deviam entender isso, não faço tipo pra chamar atenção de ninguém. E, mesmo sabendo disso, fazem gracinha comigo, fazem o que quiserem, como se eu merecesse. Tudo bem então, bata na minha consciência até que eu me renda. Só saibam que não vai ser tão rápido assim, porque apesar dos meus momentos de fraqueza extrema, eu ainda não desisti.

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Olhando toda a situação de fora,

 sempre. Por trás da tela do computador, ela falava com pessoas que nunca havia visto na vida, e lhes aconselhava sobre coisas que nunca havia sentido e talvez nunca fosse sentir. Pode parecer ridículo, mas era melhor assim.
Talvez esse abismo que havia entre a garota esquisita de óculos redondos e qualquer tipo de paixão fizesse algum sentido, afinal. No fundo, ela sentia pena das pessoas com quem falava, por chorarem por coisas tão fúteis e idiotas, ao seu ver; talvez as pessoas sentissem o mesmo sentimento de pena por ela, porém o motivo era que a garota não tinha companhia alguma, em momento algum. Se ela ligava para tal sentimento? Não, porque apesar da solidão, toda noite a luz da tal tela iluminava um sorriso. Tal sorriso também se iluminava nos rostos daqueles com quem ela conversava, porque apesar do mar de frescuras e idiotices, os amigos sempre os apoiavam.
A única conclusão sensata que se pode tirar disso tudo é que, cada ser humano pensa ser melhor que o outro, quando não é digno da própria pena que sente.


Esqueci de avisar antes mas quando eu escrevo, vou colocando tudo que vai passando pela cabeça ,ou seja,  se me interromper, morre pode não fazer sentido (:
E outra coisa, fiz uma cagadinha legal aqui e meus comentários não aparecem na contagem ae \o/ nunca mexam nas configurações com olhos lacrimejando -dik


alguns minutos depois: a cagadinha está desfeita :D mas ainda mantenho meu conselho (y)

terça-feira, 6 de abril de 2010

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"Lembro-me de cada olhar, o seu rosto
O seu jeito de revirar os olhos
O jeito, o sabor
Você torna difícil respirar
Porque quando eu fecho os olhos eu vou longe
Penso em você e tudo fica bem "





Two is better than one - Boys Like Girls

domingo, 4 de abril de 2010

- Bom dia !

 o senhor gostaria de contribuir com o lar de crianças carentes...
"Essa foi a 15 vez que levo uma portada na cara" pensou ele. E seu dia mal havia começado, ainda teria mais 3 horas exaustivas pela frente, até que a próxima voluntária viesse, atrasada novamente,e ele pudesse ir para seu segundo emprego que era nada mais nada menos do que uma lanchonete vagabunda. Muitos se perguntam se trabalho voluntário é um emprego. Para Peter era, já que gastava boa parte de suas horas do dia por lá, e recebia o seu pagamento sempre que voltava ao Lar da Tia Terezinha. Não era muito, mas pagava seus fast foods na volta para casa. Voltando ao segundo emprego, era um lugar velho, sujo, engordurado, cheio de bêbados fedidos e tinha o pior gerente da história. Ah, o gerente; seu chefe. Aquele velho gordinho não se cansava nunca de falar, e o pior de tudo era que mais da metade do que dizia era sobre como todas as milhões de esposas que já teve o traíram e fugiram com o garçom, o florista, o cara do posto de gasolina. Todos os dias de Peter eram assim.
Finais de semana? Só futebol e canais pornográficos, que roubava o sinal da casa do vizinho da frente. Nunca se casara, nem ao menos namorara alguém realmente. Não possuía talentos, a não ser fazer as crianças do Lar se irritarem e mandarem alguém tirá-lo de perto. Um completo imprestável sem amigos, que não tinha objetivo algum na vida e ria de sua situação cada vez que parava para pensar nela. Por quê? simplesmente porque renunciou a herança de seus pais, fugira de seu país de origem, envolvera-se com álcool cedo demais, engravidara uma completa desconhecida que agora havia de sustentar. Tudo isso porque queria curtir a vida. Pobre Peter, garoto tolo que agora acabara de se tornar um rapaz. Vive hoje a realidade de muitas pessoas que não sabem o que é realmente aproveitar a vida, deixando que tudo aconteça da forma mais fácil e divertida, sem querer saber de seus compromissos e responsabilidades. Sem querer crescer. E quando é chegada a hora, sofrem todas as consequências, e a culpa é somente deles.

Imagine um lugar,

abarrotado de gente, com muitas luzes piscando - coloridas ou não -, com música alta, pessoas loucas dançando e um mini-bar. Sim, é uma festa. Mas não uma qualquer, é a festa de 15 anos da sua melhor amiga (uma delas) em que você queria estar bonita e dar orgulho a ela, fazendo a dizer que sim, você era amiga dela e uma das melhores. Só que não foi exatamente isso que aconteceu. Você bebe demais, faz inúmeras idiotices, vomita muitas e muitas vezes, perde a "entrada triunfal" e o parabéns porque está no banheiro de frente a uma privada jorrando suas tripas todas para fora. E além de tudo isso, ainda conseguiu constranger, preocupar, incomodar todos os seus amigos presentes (menos o mais bêbado que você). Leve em consideração que praticamente implorou para sua amiga deixar você levar aquele amigo mega foda que queria apresentar a ela, ao mesmo tempo querendo proporcionar diversão ao tal amigo. Só o que fez foi deixá-lo preocupado e todas as coisas citadas anteriormente, conseguindo, com certeza, fazer ele te achar a mais completa idiota mundial. Essa foi minha noite de hoje, como eu me senti durante e depois, apesar da festa estar perfeita, tudo estar perfeito, menos eu. E escrevi tudo isso para me desculpar a todos aqueles presentes na festa (toda) e dizer o quão envergonhada e constrangida estou ao me lembrar do que fiz. É isso.

sexta-feira, 2 de abril de 2010

Ela queria se matar,

naquele exato momento. No momento anterior, quis também. Afinal, porque ele fizera aquilo? Porque a maltratara tanto, fazendo-a chegar ao ponto que estava, ao estado em que estava? E apesar de estar completamente ferida e desiludida, ela podia ver com clareza que agora tudo fazia sentido. As tais saídas com os amigos exatamente quando sairiam juntos, finalmente; os dias em que ele não atendia o celular e ela sabia que estava sendo ignorada; às vezes em que ela dizia “eu te amo” e ele a olhava, não mais dentro dos olhos, e dizia “eu também” de uma forma tão vazia e fria que a fazia preferir não ter nem ouvido uma resposta. Não se podia culpar a garota mais bonita, mais popular, mais divertida com que ele estava saindo, afinal a culpa não era dela. Mas a quem poderia culpar se ela sempre tinha feito tudo aquilo que ele quis? Tudo jogado fora. Tudo esquecido e abandonado como se fosse simplesmente descartável, como se a vida dela não tivesse sido moldada às formas daquele amor julgado tão intenso, forte, inacabável. E, como tudo girava em torno dele, resta somente a carcaça, sem alma, debulhando-se em lágrimas vazias que levam, em cada uma, os sentimentos bons e toda a alegria e felicidade para fora. Realmente, ela podia se matar.

Quando eu escrevi esse mini-texto, estava um pouco triste (sei que dá pra perceber). Mas até que ele ficou bonzinho ao meu ver :D

Oi.

O meias na gaveta será o lugar onde vou tentar organizar minhas idéias. Também vou colocar textos que escrevo quando me vem alguma inspiração, e a grande maioria não possui um título. É isso, bem resumido (: